■ COLEÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS































Museus

 

Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado; Museu Condes de Castro Guimarães, Cascais; Museu de Vila Real; Museu de Arte Contemporânea do Sabugal; Museu Regional de Sintra; Walsall Metropolitan Museum, Birmingham, Inglaterra; Museu Nacional da Cultura, Luanda; Museu Estadual do Recife, Brasil; Museu de Arte de Macau, República Popular da China.

 


Câmaras Municipais

 

Câmara Municipal de Lisboa; Câmara Municipal da Amadora; Câmara Municipal de Sintra; Câmara Municipal de Mafra; Câmara Municipal  de Vendas Novas; Câmara Municipal de Lagoa; Câmara Municipal de Aljezur.

 


Fundações

 

Fundação Oriente; Fundação Cupertino de Miranda; Fundação Eng. António deAlmeida; Fundação Portugal Telecom; Fundação Portuguesa de Cardiologia.

 


Associações

 

Associação 25 de Abril; APPLA; Associação de Pilotos Portugueses de Linha Aérea; Associação de Apoio Social Portugal Telecom; Alfa Laval Art Association, Suécia.

 


Outras Entidades

 

Ministério da Defesa Nacional; Sociedade Martins Sarmento; Casa dos Patudos; Caixa Central de Crédito Agrícola; Forte do Bom Sucesso; Hospital daLuz, Hospital de Santa Maria; ISCTE/ISEG; STTP, Sindicato dos Trabalhadores Portugal Telecom; Casa do Alentejo; Lisboa Penta Hotel; Junta de Freguesia da Penha de França; Clube Portugal Telecom; Bloxwich Golf Clube, Birmingham, Inglaterra; Fellini Gallery, Berlin, Alemanha.

 

■ CARTAZES E FOLHETOS

 















































■ BIBLIOGRAFIA E OBRA LITERÁRIA


Mencionado na Wikipédia, em Art UK  (London Catalogue Foundation) e nos livros:

100 Anos de Pintura e Escultura em Portugal, Universitária Editora;

100 Obras da Coleção INDEG / ISCTE; Pintura Contemporânea Portuguesa, Edição Chancela Real;

Criarte, Universitária Editora; Artes Plásticas em Portugal / O Artista e o seu Mercado, Adrian Publishers;

ArtBook International, Edições Waylight.

OBRA PRÓPRIA

2016 Pintura Desenho Palavras, Lançamento na Galeria Espaço Exibicionista. Editora Chiado, prefácio de Cruzeiro Seixas.

2022 O Labirinto (ficção), Lançamento na Biblioteca da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Editora Atlântico, prefácio de  Fernando Dacosta.

2024  O Abismo (ficção), Lançamento na Galeria MAC, Movimento Arte Contemporânea. Editora Cordel d' Prata, prefácio de Álvaro Lobato de Faria.

2024 O Infinito (ficção), Lançamento na Biblioteca da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Editora Astrolábio, prefácio de Licínia Quitério.

2025 Alphaville  (ficção), Editora Astrolábio, comentário de Rodrigo Leão.

2025 As Estações do Ano (contos), Editora Astrolábio.

2025 A Cidade das Recordações (contos), Editora Astrolábio.

NO PRELO

Magnólia (ficção)

EM PREPARAÇÃO

Agamenon (ficção)


■ ESPAÇO HÉLIO CUNHA



Este espaço museológico foi inaugurado na Casa das Artes, pelo Presidente da Câmara Municipal de Avis, Dr. Nuno Silva, pelo pintor e pela Diretora Regional de Cultura, Ana Paula Amendoeira, em 18 de dezembro de 2020.

A inauguração do Espaço Hélio Cunha contou com a presença da Vereadora da Cultura, Dr.ª Inês Fonseca e da curadora do espaço, Dr.ª Paula Freire.


Neste espaço, podem ser vistas algumas das obras mais relevantes de pintura e desenho do pintor. Também, alguns troféus correspondentes a prémios de pintura, alguns instrumentos de escrita e uma réplica do astrolábio náutico português de 1666.

O pintor quis prestar homenagem ao seu amigo Artur do Cruzeiro Seixas, com quem expôs por diversas vezes, com a apresentação de duas das obras que o mesmo lhe havia oferecido. Pretendeu também homenagear Mestre Soares Branco, escultor cujo ateliê frequentou nos anos oitenta, com a apresentação de um dos desenhos oferecidos nessa época, pelo mesmo.

Três réplicas de espadas, também doadas pelo pintor, encontram-se no Centro Interpretativo da Ordem de Avis e são as seguintes:

Espada de Dom Afonso Henriques, cujo original se encontra no Museu Militar do Porto. Montante de mão e meia de Dom Nuno ÁlvaresPereira, cujo original se encontra no Museu Militar de Lisboa. Montante de duas mãos do Infante Dom Henrique, que se encontra no Museu Militar de Lisboa.  



■ PRÉMIOS E DISTINÇÕES




















1º Prémio e Menção Honrosa em pintura

nas Comemorações do Centenário das Telecomunicações

 

1º Prémio Portugal Telecom em Pintura

2º Prémio Portugal Telecom em Pintura

3º Prémio Portugal Telecom em Pintura


Medalha Comemorativa da Exposição "20 Anos do 25 de Abril"

 

Prémio de Pintura MAC 2015

Prémio MAC 40 Anos de Carreira 2021

Prémio MAC Mérito e Excelência 2023

Medalha de Mérito e Excelência MAC 2024




■ EXCERTOS DE COMENTÁRIOS



(…) As imagens, fazem-nos penetrar em nós próprios, reencontrar fantasmas, ilusões, repensar a essência do nosso ego.

Aida Sousa Dias

 


(…) Estamos perante uma arte imemorial, testemunho de um eu, de um questionamento interior. A sua obra, emana um grande fascínio que nos faz sentir estar perante um exemplo de autenticidade rica e intemporal.

Álvaro Lobato Faria

 

 

(…) A sua obra está dentro do surrealismo português na linha dos grandes mestres.

António Carmo

 

 

(…) A pintura de Hélio Cunha, propõe, nas suas componentes genéricas, o encontro do Mediterrâneo com o Atlântico, de Eros com Tanato, na relação conflitual do apolíneo com o dionisíaco.

António Valdemar

 



(…) A história implícita em cada um dos seus quadros é-nos também contada pelo jogo das cores, tal como em Ravel, por exemplo, são os timbres que se acumulam e entrechocam ao longo da partitura, para nos contarem uma história chamada Bolero.

Estamos perante um notável artista, e contador de histórias, cujo melhor conhecimento a todos enriquecerá.

António Victorino d’ Almeida

 


 

(…) É tão excessiva a força das imagens, que por vezes se aniquilam entre si. Esta forma de lucidez leva à desesperança e à revolta; caminhamos para a tensa linha do horizonte, sempre em fuga. Há que tomar em conta esta obra obsessiva, como há que tomar em conta a sua perfeita execução técnica.

Cruzeiro Seixas

 

 

(…) Hélio Cunha recorre ao surrealismo simbólico para nos transmitir, em plenitude, a força e a determinação da sua autenticidade.

Edgardo Xavier

 

 

(…) O Hélio tem a vertente de abarcar os poetas e os símbolos da grande clausura até ao infinito.

Eduardo Nascimento

 

 


(…) Em cenários de luz e sombra, a perspectiva define e indefine a diferença de escala porque, quantas vezes, o que está longe, sendo pequeno, se torna subitamente grande, e o que está perto, sendo grande, se torna pequeno. Neste jogo de ambiguidades, o pintor é exímio a desafiar a lógica das proporções.

Eurico Gonçalves

 

 


(…) Viajar pelas suas obras é imergir num universo fabuloso de paisagens despojadas e doridas onde nos desamparamos sem referências. Nelas, os elementos, as formas, as inquietações não têm fronteiras; tudo se mistura e dilata.

A alquimia que Hélio Cunha faz com os traços, as densidades, os planos, as perspetivas, os vultos, os vazios, os mistérios, cumplicia-se em nós universalizando-se, universalizando-nos.

Fernando Dacosta

 

 

(…) Paraísos do fantástico e da magia. Eis a pintura de Hélio Cunha, forjador de sonhos e libertador de fantasias.

José Man

 

 

(…) Estas pinturas, que são um festim para os olhos, Lembram-nos Aristóteles nos seus tratados, que formam uma enciclopédia, e Hélio Cunha na sua força e na sua forma, desenvolve nos quadros pedaços de uma nova enciclopédia e, em certos aspetos, uma novíssima antologia.

Manuel Bontempo

 

 

(...) Hélio Cunha tem também a seu favor a cor, energia cromática que reitera o seu mundo enquanto esfera, onde o antigo combina com o futuro, com valores do imaginário, com o visível e o que podemos vir a captar.

Margarida Botelho



(...) O Hélio sonha e consegue concretizar o seu sonho numa pintura surreal.

Margarida Madruga

 


(...) Cada pintura do artista é uma história, cuja intensidade do relato é marcada através da aplicação de diferentes tons.

Maria João Bual


(...) Depois de ter conhecido a sua pintura, pela qual me apaixonei, fiquei igualmente fascinado pela sua escrita. A sua obra teve grande influência em mim ao tentar compor alguns temas novos, ela inspira-nos e faz-nos sonhar.

Rodrigo Leão


(...) Em algumas das suas obras vê-se o comprazimento face aos elementos naturais, a  Terra e o Ar. Já o Fogo parece dissimular-se em raios de luz que refletem uma nem sempre quieta linha de Água.

Rogério Santos


(…) A arte viva é o código dos códigos, é ela que os funda e as suas obras resistem mais do que eles. É consolador penetrar no processo mágico, passar, não apenas a sonhar, mas a fazer sonhar.

Para Hélio Cunha a aventura poética é total, ou não existe.

Rui Mário Gonçalves

 

 

(…) Quando qualquer obra de arte revela originalidade e talento é digna de nota e admiração e, está neste caso, a pintura de Hélio Cunha.

Soares Branco

 


■ ALBUM

 






































Câmara Municipal de Lisboa

Edifício Central








Caixa Central de Crédito

Agrícola









Convento de São José

Lagoa







Museu Militar de Lisboa com o Ricardo,

o Guile e o Azulino Marques








Na Galeria Municipal Espaço Mais

em Aljezur











Na Galeria do Amoreiras Shopping









Na Gallery 118

Londres


















Na Galeria Municipal de Sintra

com Victor Lages












No MAC

com Alfredo Luz












No CNAP








No CNAP com Laura Monteiro,

Cármen dos Santos e 

Elsa Martins Correia











Na Biblioteca Municipal de Avis

Com Pilar del Rio









Na Sociedade Nacional de

Belas-Artes














No Espaço Hélio Cunha junto à 

pintura Mestre d' Avis








Inauguração do Espaço Hélio Cunha

em período de pandemia








MAC

Prémio MAC pintura 2015











Com Cruzeiro Seixas

na residência do Estoril







Com Cruzeiro Seixas na

Casa do Artista em Lisboa










No Instituto Universitário de

Lisboa








No Forte do Bom Sucesso em

Belém








No MAC











Artexpo New York 2011












Com Raúl Perez








Sindicato dos Professores em

Lisboa







No Sindicato dos Professores com

Man, António Carmo e Cruzeiro Seixas










Espaço Tenente Valadim / Altice

Porto










Com Eduardo Nascimento









Galeria Espaço Exibicionista







40 Anos de Pintura / Retrospetiva

Galeria Municipal Artur Bual










Ministério da Defesa Nacional